VIDA DE DORES
Vida de dores, vida de amores,
E de tantos clamores e queixumes pueris.
Seguem aflitos,os viajores falidos,
por débitos assumidos, em tempos transatos.
E como aloucados, com petitórios infindos,
Deslembram o passado seguindo em desalinho,
Preocupados e desejosos, de interesses efêmeros
Como devedores presos às dívidas do passado.
E desvairados pelo poder, criticam a sorte
procurando um norte, que lhes assegure o escopo
de suas idéias quiméricas, deblaterando exigentes,
como devedores impenitentes, enlaçados com a dor.
Quando a angústia se eleva, e a lágrima eclode,
O peito opresso pelo coração dorido,
Eis que aparece o amigo, como Anjo Querido,
Amparando o ser aflito e recomendando:
Caro amigo, equivocado estás!
Quando a dor te visite, nunca desacredite.
Pára o verbo impensado e acalma teu ser
de coração sofrido, pois, com certeza,
teu Amigo Querido
O Cristo Bendito, vela por ti.
Um amigo oculto
Grupo Espírita Fraternidade de Mogi das Cruzes